domingo, 3 de janeiro de 2010

Adeus.


Começou em 2008 com uma brincadeira, uma frase engraçada dita num balneário de ginásio. Quase dois anos depois e muita estupidez escrita, chega, para mim, altura de fechar este espacinho. Os posts cá ficam para quem quiser ler e até para nós as duas os recordarmos quando bem entendermos. Agora estamos por aqui e por ali. Mais velhas, mas nem por isso menos parvas. Tudo culpa da coca no batido. Beijo!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

De olhos em bico.


Os programas de jogos na televisão asiática são completamente bizarros.
(não há agora um programa na televisão portuguesa que tenta imitar este tipo de coisas?)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

E a Rihanna também não escapa...



... à celulite!
Toca a todas. Principalmente às que abusam no álcool.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Marge Simpson na Playboy


Não é muito mais gira do que muitas que por lá passam?

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Se bem me lembro...


... eu já tinha dito que a Lady Gaga era ridícula, não tinha?
Pois.

É sexta-feira!



Bom fim-de-semana para vocês!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Se a moda pega..


Marge Simpson:
capa da Playboy em Novembro, nos Estados Unidos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Prémios IgNobel

Vacas com nome próprio dão mais leite, sabia?



 

A investigadora Catherine Douglas tem razão: sem os IgNobel haveria menos atenção prestada ao bem-estar das vacas. Felizmente, o seu estudo não passou ao lado da revista Annals of Improbable Research, que desde 1990 atribui os IgNobel, para a ciência mais estranha e que talvez não deva ser repetida.

Mas devido ao trabalho de Douglas, sabemos que as vacas que têm nome dão mais leite, o que o fez merecer o IgNobel da Medicina Veterinária. "Estou contente, porque, apesar do divertido ser a ideia de vacas com nomes serem objecto de estudo científico, o prémio deu mais publicidade ao bem-estar das vacas", disse ao PÚBLICO, por e-mail, a cientista da Universidade de Newcastle.

O galardão foi entregue ontem à noite numa cerimónia em Boston, na Universidade de Harvard, que reuniu antigos IgNobel e verdadeiros Nobel para laurear estudos que "primeiro fazem rir, e depois fazem pensar".

Em 60 segundos, tal como os outros galardoados, Stephan Bolliger teve de explicar se causa mais danos bater na cabeça de outra pessoa com uma garrafa de cerveja cheia ou vazia, o que lhe valeu o IgNobel da Paz.

A polaca Karolina Lewestam, que representou todos os polacos que têm carta de condução, recebeu o IgNobel da Literatura, atribuído à polícia irlandesa que passou mais de 50 multas de condução ao polaco Prazo Jazdy - as palavras polacas para "carta de condução", que estão escritas sempre por cima do nome da pessoa.

Já o laureado pelo IgNobel da Química não podia estar mais contente. "Produzimos diamante a partir de acetona, etanol, metanol. Mas a partir de tequilla é outra coisa. A tequilla é considerada no México a bebida dos deuses. É conhecida mundialmente e graças a Deus, nós (os mexicanos) podemos transformá-la em diamantes", explicou Javier Morales. A acompanhar de perto.

O IgNobel da Medicina foi para o estudo do norte-americano Donald Unger, que passou 60 anos a estalar os dedos só da mão esquerda para ver se causava artrite. O IgNobel da Economia foi para os directores de quatro bancos islandeses, por demonstraram ser possível transformar pequenos bancos em grandes bancos e o seu inverso.

As contas de investigadores norte-americanos valeram-lhes o IgNobel da Física, ao determinarem analiticamente a razão das grávidas não caírem com o peso da barriga.

O IgNobel para a Saúde Pública foi para Elena Bodnar, que inventou soutiens que podem ser transformados em máscaras antigás, em caso de emergência, para a pessoa e para quem for a passar. Bodnar levou vários exemplares para a cerimónia.

Uma equipa de cientistas japoneses mostrou que as bactérias das fezes de panda são capazes de degradar 90 por cento do lixo orgânico da cozinha, e receberam o IgNobel da Biologia. Pena que haja poucos pandas.

Finalmente, o IgNobel da Matemática foi para Gideon Gono, governador do banco de Zimbabwe, que mandou produzir notas entre 0,01 e 100 biliões de dólares - um 1 seguido de 14 zeros.

In Público, 2/Outubro/2009
O meu Facebook está unavailable.
E agora, o que é que eu faço?!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Yannick Djaló e Luciana Abreu


Atravessando a Ponte Vasco da Gama, rumo a Alcochete...
True story.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A nova dança urbana: Krump.

Nasceu nos Estados Unidos da América há 15 anos, mas só agora é que o krump se está a globalizar. O Brasil é a mais recente conquista. Esta dança urbana é inspirada nos gestos rápidos e agressivos das lutas de gangues. A rapidez é o ponto forte do krump. Muitas vezes a dança é apresentada como uma batalha: ganha quem fizer a variação mais impressionante. Durante a actuação, o bailarino provoca o adversário com gestos bruscos ou engraçados. Há cada vez mais escolas com esta modalidade e nas ruas do Rio de Janeiro é comum vê-los a dançar. Como disse o coreógrafo Bruno Beltrão à revista Isto É: "O krump é a coisa mais interessante que vi nos últimos tempos dentro da dança urbana." (in I Online)


Três exemplos de krump dancers.


A explicação do Krump, em brasileiro.


O krump do Chris Brown.

Mais um caso de pura coca no batido.

Zapatero y sus hijas!


É caso para dizer: Yo no creo en brujas, pero que las hay... Hay!
Me-do!

Jornal I, sobre o discurso do PR. Nem mais!

«Sucede que aquela arrogância que se critica em Sócrates não deveria ser combatida com insinuações e silêncios. Um primeiro-ministro não deve ao país arrogância, tal como um Presidente não deve ao país declarações que o encham de dúvidas.»
(Editorial de Martim Avillez Figueiredo, ler aqui)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

No ginásio.




Não compreendo as senhoras que vão fazer exercício carregadas de maquilhagem na cara.
Não compreendo as senhoras que vão fazer exercício com pulseiras, brincos e colares.
Não compreendo as pessoas que gritam desalmadamente nas aulas. Também não compreendo os homens que berram quando estão a levantar ferro.
Não compreendo as senhoras que andam de pipi à mostra pelos corredores dos balneários.
Não compreendo as senhoras que andam de pipi à mostra pelos corredores dos balneários de saltos altos.
Não compreendo as senhoras que gostam de estar a falar descontraidamente com as outras enquanto ainda estão nuas e sem se enrolarem numa toalha.
Não compreendo as senhoras que acham que é giro deixar um tampão usado dentro do chuveiro.
Não compreendo as pessoas que não se apercebem que o cheiro do suor delas é absolutamente nauseabundo e intolerável.
Não compreendo como há homens que conseguem ter sempre uma depilação mais bem feita do que muitas mulheres.
Não compreendo o jacuzzi, simplesmente porque acho nojento, digam o que disserem sobre desinfectantes.